Homenagem do CRECISP aos Profissionais de Saúde

Em época de crise, seguro fiança é opção de garantia para o locador

Para as imobiliárias, a adoção do seguro fiança é uma garantia de recebimento

Quem é inquilino sabe a dificuldade que é conseguir um fiador na hora de alugar um imóvel. E todo locatário também já conhece bem os transtornos que a falta de pagamento pode causar. No meio desse dilema, que cresce em tempos de crise econômica, uma modalidade mais moderna de garantia tem sido bastante procurada e se mostrado eficiente para os dois lados: o seguro fiança. Além de dispensar a figura do fiador, o seguro fiança é uma garantia de pagamento do aluguel caso o inquilino fique sem emprego. O seguro aluguel, ou seguro fiança, é considerado uma forma mais moderna de garantia nos contratos de locações, que substitui as mais antigas e tradicionais, como o fiador e o depósito caução.

O público alvo dessa modalidade são pessoas físicas ou jurídicas, locadores e locatários, empresas em fases de constituição, imobiliárias e pessoas que administram seus bens. “As vantagens, para o inquilino, estão no fato de ele não precisar de um fiador, poder fazer o parcelamento do seguro, conseguir obter descontos e ainda poder contar com assistência emergencial”, diz o consultor de seguros André Luís Mantovani.

Para o proprietário, ainda de acordo com o consultor de seguros, as vantagens são as garantias de recebimento e de pagamento, as coberturas acessórias e as assistências emergencial e jurídica. Já para as imobiliárias, a adoção do seguro fiança é uma garantia de recebimento, facilita a análise cadastral, representa um aumento nos negócios e confere mais agilidade no dia a dia das locações.

“Nos últimos dois anos, o mercado imobiliário registrou um aumento considerável de procura por locação”, diz a consultora imobiliária Sandra Antunes. “E o seguro fiança foi a garantia de opção para muito locatários”.  

Entre os motivos para essa procura, conforme Sandra, estão a segurança que o locador quer ter em caso de inadimplência. “E também porque, na maioria dos casos, hoje não é possível ter um fiador, já que muitos locatários não conseguem que alguém queira ser”.